sábado, 12 de setembro de 2009


Que eu possa sonhar o ar, sonhar o mar, sonhar o amar; Que eu me permita o silêncio das formas, dos movimentos, do impossível, da imensidão de toda profundeza; Que eu adormeça toda vez que for derramar lágrimas inúteis, e desperte com o coração cheio de esperanças; E que eu jamais fique só, mesmo quando eu me queira só.